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TREINAMENTO AUDITIVO

A perda da audição acarreta problemas na comunicação, afetando a vida familiar e social, podendo levar o indivíduo ao isolamento e a uma queda na sua qualidade de vida.

 

Essas dificuldades podem ser minimizadas com o uso de aparelhos auditivos, porém, em muitos casos, é necessário adicionalmente um treinamento auditivo, composto por uma estimulação auditiva específica para que os benefícios do uso dos seus aparelhos auditivos sejam melhorados.

Se você é usuário de aparelhos auditivos e se identifica com uma ou mais das situações

abaixo, pode se beneficiar com o treinamento auditivo:

  • Dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso;

  • Dificuldade em entender uma conversa com mais de uma pessoa (como um almoço em família ou reunião de trabalho);

  • Dificuldade para falar ao telefone.

 

O treinamento auditivo também é importante para quem está adquirindo aparelhos auditivos e está em fase de adaptação.

Outros Serviços

AVALIAÇÃO E TERAPIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO

Existem pessoas que apresentam a queixa de não ouvir bem, mas têm a audição normal.

 

A audição vai além da capacidade de perceber o som. Ela permite captar, distinguir, selecionar, memorizar, localizar e manipular os sons. Essas são habilidades que processam a informação auditiva.

 

Então, mesmo com uma audição normal, é possível ter a sensação de não ouvir bem, pois talvez outra habilidade esteja comprometida.

De uma maneira mais simples, pode-se dizer que o processamento auditivo “é o que fazemos com o que ouvimos”. Um exemplo muito comum são aquelas pessoas que utilizam “Hã”, “Que”, “Não entendi” durante uma conversa, pois necessitam de repetições.

 

Vejam alguns sinais, além desses dois já mencionados, de “parecer não ouvir bem” e “necessitar de repetições”:

  • Desatenção;

  • Dificuldade em acompanhar uma conversa com várias pessoas falando ao mesmo tempo ou em ambientes ruidosos;

  • Confusão ao relatar um fato ou dar um recado;

  • Dificuldade de compreensão para piadas ou “duplos sentidos”;

  • Demora em atender quando chamada a atenção;

  • Dificuldades escolares por problemas de interpretação;

  • Confusão entre direita e esquerda;

  • Dificuldade em lembrar o que foi falado;

  • Desajuste social;

  • Entre outros….

 

Na presença desses sinais, deve-se ter uma atenção especial. Pode ser uma disfunção no processamento auditivo. Isso é diferente de uma perda auditiva, de surdez.

O adequado processamento da informação auditiva é um fator essencial para um bom desempenho escolar. Quem, por ventura, apresentar dificuldade em alguma habilidade do processamento terá dificuldades no rendimento escolar.

 

São vários os estímulos acústicos em uma sala de aula, local onde deve ocorrer o aprendizado. A voz do professor “concorre” com o ruído da rua, dos carros, da conversa dos alunos, os ruídos dos intervalos e, algumas vezes, dos ventiladores.

 

Esse quadro, para um indivíduo que não tem habilidade de focar sua atenção em um estímulo mais importante, faz com que ele inicie seus problemas de aprendizagem.

Muitas vezes estende-se ao sentimento de fracasso, baixa autoestima e até afastamento do grupo de convívio.

Exagero? Não!

 

Imaginem ter que prestar atenção na fala do professor com todo ruído da sala de aula. O que ocorre?

 

Em um momento, o aluno ouve o professor, mas “falhado”, parecido com sinal de celular, uma estação de rádio fora da frequência. De repente, volta a atenção ao barulho, repara no amigo que deixou a borracha cair. Volta a prestar atenção no professor, ouve, mas não compreende. De repente, o professor faz uma pergunta exatamente para esse aluno, que provavelmente já tem fama de desatento e está “marcado” pelo professor. Esse aluno responde aleatoriamente o que lhe foi perguntado. Os colegas todos riem.

 

Isso ocorrendo constantemente gera o quadro citado posteriormente.

É importante verificar o que está acontecendo. Muitas vezes não é desobediência, irresponsabilidade ou burrice, como muitos denominam.

 

Deve-se contar com uma equipe multidisciplinar para avaliação e diagnóstico, incluindo neurologista, otorrinolaringologista, pediatra, psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo, entre outros que forem necessários, pois a Desordem do Processamento Auditivo está geralmente associada a dificuldades de aprendizagem, mas não pode ser colocada como fator resultante, e pode coexistir com outras desordens.

Para a confirmação da Desordem do Processamento Auditivo, é necessária a realização de avaliação audiológica completa seguida da avaliação do processamento auditivo central.

 

A avaliação do processamento auditivo é realizada por um fonoaudiólogo, em sala acústica e/ou cabine acústica, com fones auriculares, por meio dos quais são aplicados testes gravados e padronizados por faixa etária.

 

Após avaliação e diagnóstico, é necessária a conduta terapêutica do fonoaudiólogo, pois as habilidades auditivas podem e devem ser treinadas.

 

Caso queira saber mais sobre o assunto, agende um horário no Espaço da Audição e converse com nossa equipe de fonoaudiólogos.

TERAPIA DE VOZ

A voz é o som da comunicação na maioria dos processos de interação humana. Voz saudável contribui para a qualidade de vida. Sabe-se que um terço das profissões utiliza a voz no trabalho, e muitos referem distúrbio vocal como limitação de atividades profissionais. Um distúrbio vocal pode ser um sinal secundário de doenças neurológicas e de câncer de laringe.

 

Esta área então trabalha na busca do aprofundamento científico e prático como norteador das ações fonoaudiológicas em diversas vertentes, como avaliação de voz, promoção de saúde vocal, aprimoramento das vozes no trabalho e para melhoria da qualidade de vida, além de os processos terapêuticos da reabilitação dos distúrbios vocais de diversas naturezas.

A voz representa a identidade do indivíduo, pois expressa seus sentimentos. É produzida pelas pregas vocais e quando estas não funcionam adequadamente, a voz é alterada, podendo ficar rouca, abafada, soprosa, comprometendo o trabalho e a vida pessoal. O fonoaudiólogo previne, avalia e trata os problemas da voz falada (disfonias), cantada (disonias) e ainda aperfeiçoa os padrões vocais.

 

É de competência deste profissional:

  • Interrelacionar a voz com as outras áreas da Fonoaudiologia: Audiologia, Linguagem, Motricidade Orofacial e Saúde Pública;

  • Identificar os diversos padrões vocais, diferenciando-os dentro dos contextos cultural, social,  normal e patológico;

  • Conhecer plenamente o funcionamento da voz humana sob o ponto de vista anátomo-fisiológico;

  • Aprimorar a voz e comunicação em diversos âmbitos: laboral, artístico, estético e empresarial.