Prevenção e perda auditiva em crianças



A audição é essencial para o desenvolvimento social e da linguagem oral. Suas alterações interferem significativamente na vida das pessoas, comprometendo o processo de aprendizado e a interação com o meio ambiente. aproximadamente 1 milhão de deficientes auditivos são crianças e jovens até 19 anos.


Muitas são as causas de perda auditiva infantil. Segundo a OMS, 40% dos problemas auditivos estão relacionados a fatores genéticos; 31% estão ligados às infecções, como sarampo, caxumba, rubéola e meningite, e 17% foram provocadas por complicações no parto, incluindo nascimento prematuro, peso baixo do recém-nascido e neonatal hiperbilirrubinemia. Além disso, uma estimativa de 4% resulta de mulheres gestantes e recém-nascidos que fazem uso de medicamentos prejudiciais à saúde.


Logo após o nascimento, é obrigatório o teste da orelhinha em todas as maternidades para já averiguar a audição do recém-nascido. O resultado normal não quer dizer que os pais não precisem mais fazer o acompanhamento periódico da audição do bebê com o seu médico ao longo de sua vida.


A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 60% das perdas auditivas em crianças podem ser prevenidas. As crianças que têm dificuldade para ouvir, têm dificuldade para aprender a falar, e, consequentemente, um baixo rendimento escolar, além de acabar ficando isolada socialmente. Um relatório da entidade internacional ressalta que se a perda auditiva for detectada cedo e se as crianças receberem o tratamento que precisam, elas podem atingir todo seu potencial.


Ao longo da vida da criança e do adolescente também é importante alguns cuidados para se evitar a perda auditiva:


- Imunização e controle de doenças infantis como caxumba, sarampo, meningite;

- Orientação para evitar acidentes com a introdução de objetos e hastes de limpeza na orelha, que podem ferir e prejudicar a lubrificação natural do conduto (cerume);

- Orientação sobre os riscos da exposição ao ruído não ocupacional, como aparelhos eletrônicos, brinquedos, ambientes de lazer com níveis sonoros elevados e, principalmente, o uso incorreto e excessivo do fone de ouvido;

- Atenção aos transtornos das vias aéreas superiores (otites de repetição e outros);

- Orientação à família com relação ao desenvolvimento de linguagem e da audição, valorizando a preocupação e/ou suspeita dos pais quanto à capacidade auditiva de seus filhos.


Como podem ver, a prevenção e cuidado com a audição é fundamental em todas as idades! Recomenda-se o acompanhamento médico e fonoaudiológico, junto com a avaliação auditiva anual para garantir a saúde auditiva.




Fga. Ms. Ariane Solci Bonucci

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