A Superação dos atletas com deficiência auditiva


A deficiência auditiva não é um empecilho para a prática de esportes e uma prova disso é o lutador norte-americano de artes marciais mistas (MMA, na sigla em inglês), Matt Hammill. Ele iniciou sua trajetória na luta greco-romana e foi três vezes campeão da Divisão III universitária nos Estados Unidos, sendo o primeiro deficiente auditivo a alcançar tal feito. Também conseguiu medalha de prata na Surdolimpíada de 2001 e ingressou no MMA em 2005.


A vida de Matt Hammill e sua história de superação cativaram tantas pessoas que o lutador do UFC (Ultimate Fighting Championship) acabou se tornando tema de um filme, premiado em diversos festivais pelo mundo.

Além do atleta, há muitos outros casos pelo mundo de pessoas que conseguem se destacar e alcançar o sucesso apesar das adversidades. O nadador Marcus Titus conquistou medalha de bronze em sua primeira participação em um evento de nível mundial, o Pan-Americano de Guadalajara (México). O norte-americano nasceu surdo e precisa de um sinal visual do árbitro para largar, enquanto os outros atletas ouvem um tiro.

E se engana quem pensa que o ciclismo pode não ser um esporte inclusivo. Que o diga Lívia Trivizol, fisioterapeuta esportiva, de 30 anos, que tem deficiência auditiva congênita e participou da sua primeira prova na Copa Rio 2015 de Ciclismo.

Com perda auditiva sensorioneural de grau profundo em ambos os ouvidos e utilização de próteses auditivas, Lívia acredita que sua primeira vitória é mostrar para as pessoas que a audição reduzida não coloca outros atletas em risco e nem compromete a dinâmica do pelotão.


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